GT Sport 1.31 – 7 carros, pista sul de Tokyo

Saiu hoje atualização do GT Sport versão 1.31 (5.23GB), e com ela vieram 7 veículos “novos”, incluindo um campeão da SEMA e o retorno dos elétricos via Tesla, além de uma variante de pista “nova”. Digo “nova” porque é realmente inédita, porém quem acompanhou as provas de Mônaco para o campeonato FIA Gran Turismo já viu na íntegra o traçado. Os carros são:

BMW M3 Coupé ’07 (N400) – Premium no GT6
Chevrolet Corvette Sting Ray Sport Coupe (C2) ’63 (N400) – Premium no GT6
Ferrari F50 ’95 (N500) – Inédita na série
McLaren P1 GTR ’16 (Gr.X) – Inédita na série, pena ser Gr.X
Pontiac Firebird Trans Am ’78 (N200) – Premium do GT6
Tesla Motors Model S Signature Performance ’12 (Gr.X) – Premium no GT6
Greddy Fugu Z ’15 (N300) – Inédito na série, vencedor SEMA 2015

Foi uma adição no conjunto muito boa essa de dezembro, bem dizer metade do conteúdo é novo, tudo gratuito, então é uma expansão que valeu a pena. Acho que os pontos altos aqui são o Fugu Z (campeão SEMA 2015 com o GT Award) e a F50.

O Datsun Z S30 curiosamente fez a Polyphony pular o 2014, já que o 2013 é o Chevy Nova visto primeiro também no GT Sport. O de 2014, ausente ainda, é um Camaro 1970. E de 2015 pra cá nenhum ainda deu as caras, onde o mais interessante pra nós seria o 2018, que é um Maverick. No GT Sport temos presente ainda o de 2012, com o Mach 40 e encerramos nisso os carros da SEMA no GT mais recente.

No passado, porém, tivemos na série exclusivamente presentes no GT6 o Camaro Pozzi e o Camaro Red Devil. Vistos primeiro no GT5, mas também presentes no GT6 havia o Mustang Trans-Cammer, o High End Performance G37, o AEM S2000 e o HPA Audi TT. Sozinho no 5 Prologue, mas que também chegou ao GT6, tivemos o Corvette Art Morrison. E da era PS2, que nunca viraram Premium, o HPA Stage II R32 (Golf) e o Buick Special (apelão que só ele), ambos lá do GT4 e que chegaram como puderam no GT6.

A F50 é outro caso curioso, porque são raros os jogos que permitem colocar ela, que é meio patinho feio, junto da F40 para ver quem se sai melhor quando é pra valer. E isso será possível no GT Sport.

A pista de Tokyo me parece mais rápida que os outros traçados, com apenas dois momentos de frenagem forte (onde deu mais emoção na primeira prova da Copa das Nações – meu resumo AQUI), o que dá um potencial muito grande pra ela.

Isso no geral. Mas nem tudo são flores, e posso destacar que algumas escolhas da Polyphony foram ruins não apenas porque o Tesla e a McLaren são Gr.X, o que limita bastante o uso deles dentro do jogo, mas também porque no caso do Tesla Model S 2012, mesmo sendo o Performance, é um P85 com tração traseira, enquanto que atualmente o Model S P100D tem tração integral (4×4) e é consideravelmente mais rápido (0-100 em 2,5s, pelo site da Tesla), além da maior autonomia (caso isso venha a ser usado no jogo).

Outro item a observar aqui é que o Pontiac Firebird Trans Am no GT6 além de ser premium (bem possivelmente o mesmo modelo que essa atualização trouxe), também tinha uma opção no GT Auto para um opcional do protetor do vidro traseiro de época – algo desnecessário, eu sei, mas ainda assim era um plus que não está no GT Sport, além do aerofólio e parachoque opcionais.

A BMW M3 de 2007 eu realmente não consigo ver motivos para ter incluído, exceto que ela já estava pronta no GT6. Modelo por modelo, acredito que a E46 faria mais a cabeça da galera que a E92. E, por fim, temos o Corvette C2, que é muito legal, relembra o primeiro GT onde ele era extremamente poderoso no arcade, mas que vai contra o que o próprio Kazunori disse de não ter carros antigos no jogo (felizmente mudou de ideia, parece).

Então, no resumo, é isso, uma boa atualização de maneira geral.

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